domingo, 5 de junho de 2016

ALÉM PARAÍBA HISTÓRIA MAURO SENRA -MEMORIAL DE SIMPLÍCO - ESTAÇÃO DE SIMPLÍCIO FOI RESTAURADA POR FURNAS HIDRELÉTRICA


Por Mauro Luiz Senra Fernandes 




  Óleo sobre tela do Comendador Simplício José Ferreira da Fonseca - acervo Mauro Senra
Estamos fazendo uma campanha para que se transforme a antiga Estação Ferroviária de Simplício, em Além Paraíba MG, num Memorial de Simplício e torne-se no Museu da História da Sociedade Cafeeira e da História do Negro Alemparaibano.

 Mas quem foi Simplício? 


Comendador Simplício José Ferreira da Fonseca, foi um homem pioneiro. Após quase duzentos anos de seu nascimento, seu nome ressurge num projeto tão desenvolvimentista como a Hidrelétrica de Simplício.
A localidade de Simplício antes se chamava Conceição e, em homenagem a esse pioneiro, passou a se chamar Simplício.


Antes de ser construída a Estação Ferroviária, essas terras pertenciam a esse grande cafeicultor. Fazia parte das terras da Fazenda Barra do Peixe que, na divisão dos bens entre seus filhos, passou a se chamar Fazenda Antonina, em homenagem à Antonina Banho da Fonseca, esposa de seu filho Simplício Ferreira da Fonseca Filho (Simplicinho). 


Com a chegada da ferrovia, Simplício fez a doação de dormentes para a estrada de ferro desde a cidade de Três Rios até Porto Novo (Além Paraíba). Como retribuição, recebeu a homenagem de Estação de Simplício.


Em torno da estação formou-se uma vila e, por ser muito religioso, construiu também nessa vila a bela e imponente Igreja Nossa Senhora de Belém que, lamentavelmente, foi demolida após longo período de completo abandono, na época do primeiro projeto da Usina Hidrelétrica de Simplício.
 Simplício José Ferreira da Fonseca Filho - Simplicinho 

 Cândido Augusto Ferreira da Fonseca - sobrinho de Simplício, filho de seu irão Cândido Ferreira da Fonseca e de Camilla Francisca Ferreira Armond - Baronesa de Juiz de Fora

 O primo Comendador Mariano Procópio Ferreira Lage

A nora Antonina Alves Banho Ferreira da Fonseca - esposa de Simplicinho

Fazenda Barra do Peixe


Estação de Simplício

 Igreja Nossa Senhora de Belém - infelizmente demolida nos primeiros projetos de Furnas Hidrelétrica

Estação de Simplicio

Estação de Simplicio


sexta-feira, 27 de maio de 2016

MAIS UM PATRIMÔNIO DA HISTÓRIA DO CAFÉ FOI DEMOLIDO





Infelizmente essa sede não existe mais, foi demolida na cidade de Santo Antonio do Aventureiro MG.
 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

quarta-feira, 6 de abril de 2016

PRESIDENTE VARGAS EM ALÉM PARAÍBA

Por Mauro Luiz Senra Fernandes



Como demonstração de gratidão ao povo de Além Paraíba na sua atuação na Revolução de 30,  o Presidente Getúlio Vargas visita Além Paraíba acompanhado pelo governador de Minas Benedito Valadares, em 25 de outubro de 1939; por ocasião da inauguração do trecho Além Paraíba x Leopoldina da BR 116. 




Praça da República - que depois passou a se chamar Praça Presidente Vargas 



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

IMAGEM DE NOSSA SENHORA É ROUBADA NO CEMITÉIO DO DISTRITO DE TEBAS - LEOPOLDINA -MG

Por Mauro Luiz Senra Fernandes

Foi no Distrito de Tebas, na cidade mineira de Leopoldina, que roubaram a imagem de mármore do referido cemitério.

O jazigo pertence a família de um pioneiro Cel. José Pereira de Jesus.

O fato já tem alguns anos passados e até hoje nada foi descoberto.






O Cel. José Pereira de Jesus foi imigrante português e grande cafeicultor no municio de Leopoldina MG. 

Nasceu no dia 30 de Agosto de 1828, na cidade de Espinho, em Portugal e era filho de Manoel Pereira de Jesus e Dona Anna Alves dos Reis.

Veio para o Brasil no ano de 1851, onde ficou quatro anos. Voltando para sua "Terra Natal", lá ficou dois anos, regressando em 1857 para o Rio de Janeiro, onde residiu perto de sete anos.

Em 1864, transferiu-se para São Pedro de Alcântara, Distrito de Juiz de Fora e em 4 de agosto de 1865, casou-se com Dona Ambrozina Francisca d'Azevedo Pereira, filha de José Martins d'Azevedo e Dona Senhorsinha Laura d'Azevedo. 

José Pereira de Jesus transferiu-se para Thebas, Distrito de Leopoldina, Minas Gerais, em 1876 e adquiriu a Fazenda de Santa Tereza e faleceu no dia 22 de abril de 1924 com noventa e seis anos de idade.