segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

"QUEM CHEGOU PRIMEIRO, O TREM OU O CAFÉ? " - Uma História de Além Paraíba

 Por Mauro Luiz Senra Fernandes





"QUEM CHEGOU PRIMEIRO, O TREM OU O CAFÉ? "

Está a venda na CASA DO ESTUDANTE - Rua Adão Araújo em Porto Novo - R$20,00.

Está muito legal circular e interagindo com as pessoas. Valeu Gente!!!😁😄



 
 

 

 
 

 


 

 
 

 

 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 

domingo, 27 de janeiro de 2019

ALÉM PARAÍBA HISTÓRIA MAURO SENRA - JOSEPHINA FERREIRA DA FONSECA CÔRTES









Josephina Ferreira da Fonseca, a “Dona Fifina”, nascida em 1856, na Fazenda Barra do Peixe, filha do Comendador Simplício José Ferreira da Fonseca e de Dona Maria Leopoldina Campos da Fonseca.

Foi esposa do Coronel Oscar Teixeira de Figueiredo Côrtes, nascido em primeiro de agosto de 1846, e era filho de Antonio Augusto de Figueiredo Côrtes e de Carolina Cândida Teixeira, descendente de uma das mais importantes famílias da “aristocracia rural cafeeira”, estabelecida no Vale do Paraíba do Sul.

Ele era proprietário da Fazenda Bom Retiro, no município de São José de Além Paraíba - Minas Gerais. 

Tiveram os filhos: Clotilde, que foi casada por apenas um ano com o engenheiro Accacio de Lima Castello Branco, falecida em 1909, de um parto mal sucedido; Antônio Augusto Teixeira Côrtes, o “Major Dodô”; e Dr. Simplício Ferreira da Fonseca Côrtes, casado com a prima Rinalda Teixeira Côrtes.


 Fazenda Barra do Peixe em Além Paraíba - Minas Gerais

 
Fazenda Bom Retiro - Além Paraíba - Minas Gerais

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

ALÉM PARAÍBA - COLUMBANO FARIA DUARTE



Minha terra!
É linda sim...
cidade original, com uma rua só,
tão cumprida, tão cumprida,
que a gente pensa
que ela não tem fim...
De um lado, o rio,
de outro lado, a serra,
e no meio, apertada, expremida,
Minha terra!...
Uma rua só
com uma porção de nomes,
de barão, de coronel, conde...

Por essa rua, o trem e o bonde
Passam velozes, levantando pó...


Serra dos monos! Ela sangou-se
com o rio, se afastou-se...
ficou um largo.
Há no largo um jardim,
no jardim um coreto, quando Domingo,
toda fardada e correta
a "Sete de Setembro" faz retreta.
(Em volta passeando,
as garotas vão conversando,
vão namorando...)


Minha terra!...
O que embeleza minha terra
não é a serra,
é op rio,
ou melhormente,
são as ilhas,
filhas,
verdes e joviais
do rio,
que cerca e abraça
carinhosamente,
com seus longos braços pluviais...
Tem ilha de cima,
tem ilha de baixo
Ilha gama Cerqueira
e tem pontes.
Cada ponte fica cheinha
de gente que passeia aos pares....
E a brisa ligeira
que sobe do rio
refresca os ares.


Anoitece... De repente
Sem ter vergonha da gente
Que passeia nas pontes,
Dindinha Lua
todinha nua
sem "maillot" e sem anáguas,
dá um salto lá de riba,
e vem banhar-se nas claras águas
do Paraíba...
E fica boiando,
Fica bailando
à flor das águas.

Além Paraíba, minha cidade
Quanta saudade...